O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que a Marinha americana iniciará o bloqueio de todo o tráfego naval no Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais estratégicas do mundo, após o colapso das negociações de paz com o Irã.
O anúncio foi feito neste domingo (12), por meio da rede social Truth Social, poucas horas depois do término das conversas realizadas em Islamabad, no Paquistão. As negociações, mediadas pelo governo paquistanês, duraram cerca de 21 horas e representaram o primeiro encontro cara a cara entre delegações americanas e iranianas desde a Revolução Islâmica de 1979.
Segundo Trump, o principal motivo do fracasso foi a recusa do Irã em abandonar seu programa nuclear. O vice-presidente americano, J.D. Vance, que liderou a delegação dos EUA, apresentou uma “oferta final” exigindo compromisso claro de que o Irã não buscaria armas nucleares nem os meios para desenvolvê-las rapidamente.
Em sua declaração, Trump ordenou que a Marinha dos EUA localize e intercepte qualquer embarcação que tente entrar ou sair do estreito, especialmente aquelas que paguem taxas ao Irã, classificadas por ele como “extorsão mundial”. Ele também determinou o início da destruição das minas colocadas pelos iranianos na região.
“Com efeito imediato, a Marinha dos Estados Unidos, a melhor do mundo, iniciará o processo de bloqueio de todo e qualquer navio que tente entrar ou sair do Estreito de Ormuz”, escreveu o presidente. Trump reforçou que ninguém que pague taxa ilegal terá passagem segura e renovou ameaças contra o Irã, afirmando que vai “acabar com o pouco que ainda resta” no país se necessário.
O Estreito de Ormuz é responsável pela passagem de cerca de um quinto do petróleo mundial e tem sido palco de tensões desde o início dos conflitos no Oriente Médio. Atualmente, a via está bloqueada, com o Irã controlando parte do tráfego por meio de minas e cobranças.
As delegações de ambos os lados deixaram o Paquistão sem acordo. O Irã acusou os Estados Unidos de fazer demandas “irracionais” e culpou a delegação americana pelo impasse. Já o Paquistão, na condição de mediador, apelou para que as partes respeitem o frágil cessar-fogo de duas semanas anunciado recentemente.
Não há informações sobre o impacto imediato do bloqueio anunciado ou sobre possíveis novas rodadas de diálogo nos próximos dias. A situação na região segue em alta tensão.
Por: Portal Destaque - Praia Grande e Baixada Santista, em 12/04/2026.
Segundo Trump, o principal motivo do fracasso foi a recusa do Irã em abandonar seu programa nuclear. O vice-presidente americano, J.D. Vance, que liderou a delegação dos EUA, apresentou uma “oferta final” exigindo compromisso claro de que o Irã não buscaria armas nucleares nem os meios para desenvolvê-las rapidamente.
Em sua declaração, Trump ordenou que a Marinha dos EUA localize e intercepte qualquer embarcação que tente entrar ou sair do estreito, especialmente aquelas que paguem taxas ao Irã, classificadas por ele como “extorsão mundial”. Ele também determinou o início da destruição das minas colocadas pelos iranianos na região.
“Com efeito imediato, a Marinha dos Estados Unidos, a melhor do mundo, iniciará o processo de bloqueio de todo e qualquer navio que tente entrar ou sair do Estreito de Ormuz”, escreveu o presidente. Trump reforçou que ninguém que pague taxa ilegal terá passagem segura e renovou ameaças contra o Irã, afirmando que vai “acabar com o pouco que ainda resta” no país se necessário.
O Estreito de Ormuz é responsável pela passagem de cerca de um quinto do petróleo mundial e tem sido palco de tensões desde o início dos conflitos no Oriente Médio. Atualmente, a via está bloqueada, com o Irã controlando parte do tráfego por meio de minas e cobranças.
As delegações de ambos os lados deixaram o Paquistão sem acordo. O Irã acusou os Estados Unidos de fazer demandas “irracionais” e culpou a delegação americana pelo impasse. Já o Paquistão, na condição de mediador, apelou para que as partes respeitem o frágil cessar-fogo de duas semanas anunciado recentemente.
Não há informações sobre o impacto imediato do bloqueio anunciado ou sobre possíveis novas rodadas de diálogo nos próximos dias. A situação na região segue em alta tensão.
Por: Portal Destaque - Praia Grande e Baixada Santista, em 12/04/2026.

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